Custo Unitário Básico de São Paulo (CUB/SP) - R8-N (com desoneração)

Responsável: SindusCon/SP e FGV.

O Custo Unitário Básico (CUB), mais especificamente do Estado de São Paulo, é um indicador monetário que reflete a variação dos custos dos imóveis, sendo utilizado na atualização financeira dos contratos de obras de construção civil. Seu objetivo fundamental é disciplinar o mercado de incorporação imobiliária, servindo como parâmetro na determinação dos custos do setor da construção civil.

O CUB é calculado a partir do preço de materiais de construção, despesas administrativas, mão de obra e equipamentos utilizados em obras de construção civil, sendo considerado a cesta básica do setor imobiliário. Em função da credibilidade e seriedade do referido indicador, alcançada ao longo de dezenas de anos de existência, a evolução relativa do CUB/m² também tem sido utilizada como indicador macroeconômico dos custos do setor da construção civil. Publicada mensalmente, a evolução do CUB/m² demonstra a evolução dos preços relativos a produtos e serviços necessários à atividade de construção e, também, interfere na precificação de imóveis.

Abaixo relacionamos todos os índices CUB/SP, versão com COM a desoneração da contribuição previdenciária patronal (CPRB), publicados mensalmente (até o quinto dia útil de cada mês) pelo SindusCon/SP no período de janeiro de 2017 a outubro de 2022 (índice de novembro de 2022 não digulgado pelo SindusCon/SP até a presente data).

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Mês/Ano Valor do mês Índice do mês (%) Acum. no ano (%) Acum. 12 meses (%)
Nov/2022 Não divulgado até o momento pelo órgão responsável.
Out/2022 1.782,4200 0,04 8,64 9,16
Set/2022 1.781,7800 -0,07 8,60 9,12
Ago/2022 1.783,1100 -0,02 8,68 10,02
Jul/2022 1.783,4400 0,70 8,70 10,67
Jun/2022 1.771,0500 2,17 7,94 11,03
Mai/2022 1.733,4100 3,99 5,65 11,87
Abr/2022 1.666,8700 0,76 1,60 9,95
Mar/2022 1.654,3500 0,27 0,83 10,77
Fev/2022 1.649,9500 0,19 0,56 12,32
Jan/2022 1.646,8700 0,38 0,38 13,70
Dez/2021 1.640,7000 0,23 14,55 14,55
Nov/2021 1.636,8800 0,25 14,28 14,87
Out/2021 1.632,8100 0,00 14,00 15,68
Set/2021 1.632,8300 0,75 14,00 17,08
Ago/2021 1.620,6800 0,57 13,15 18,22
Jul/2021 1.611,5400 1,03 12,51 18,32
Jun/2021 1.595,1400 2,94 11,37 18,28
Mai/2021 1.549,5100 2,21 8,18 16,36
Abr/2021 1.516,0200 1,51 5,84 14,04
Mar/2021 1.493,4500 1,66 4,27 11,89
Fev/2021 1.469,0200 1,42 2,56 10,16
Jan/2021 1.448,4000 1,12 1,12 8,60
Dez/2020 1.432,3500 0,52 7,77 7,77
Nov/2020 1.424,9400 0,95 7,21 7,22
Out/2020 1.411,5100 1,21 6,20 6,32
Set/2020 1.394,6300 1,73 4,93 5,16
Ago/2020 1.370,9400 0,65 3,15 3,50
Jul/2020 1.362,0200 1,00 2,48 2,90
Jun/2020 1.348,5800 1,27 1,46 2,75
Mai/2020 1.331,6200 0,17 0,19 3,18
Abr/2020 1.329,3700 -0,41 0,02 3,07
Mar/2020 1.334,7800 0,09 0,43 3,74
Fev/2020 1.333,5400 -0,01 0,33 3,82
Jan/2020 1.333,6900 0,34 0,34 4,15
Dez/2019 1.329,1100 0,01 4,40 4,40
Nov/2019 1.329,0300 0,10 4,39 4,48
Out/2019 1.327,6400 0,11 4,28 4,69
Set/2019 1.326,1500 0,12 4,17 4,74

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Custo Unitário Básico (CUB):

O Custo Unitário Básico (CUB) é um indicador monetário que reflete a variação dos custos dos imóveis, sendo utilizado na atualização financeira dos contratos de obras de construção civil. Seu objetivo fundamental é disciplinar o mercado de incorporação imobiliária, servindo como parâmetro na determinação dos custos do setor da construção civil.

O CUB é calculado a partir do preço de materiais de construção, despesas administrativas, mão de obra e equipamentos utilizados em obras de construção civil, sendo considerado a cesta básica do setor imobiliário. Em função da credibilidade e seriedade do referido indicador, alcançada ao longo de dezenas de anos de existência, a evolução relativa do CUB/m² também tem sido utilizada como indicador macroeconômico dos custos do setor da construção civil. Publicada mensalmente (até o quinto dia útil de cada mês), a evolução do CUB/m² demonstra a evolução dos preços relativos a produtos e serviços necessários à atividade de construção e, também, interfere na precificação de imóveis.

Registra-se que o CUB é medido em R$/m², o que significa que ele representa o quanto se gasta, em média, para executar 1 (um) metro quadrado de contrução. Ele também é dividido entre CUB Estadual, que é calculado pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil de cada Estado; e pelo CUB Médio Brasil, que é a média ponderada dos CUB’s de diversos Estados, calculada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Origem:

A origem do Custo Unitário Básico (CUB) está na Lei Federal nº 4.591/1964, que determinou que os sindicatos estaduais da indústria da construção civil fossem obrigados a divulgar, mensalmente, os custos unitários de construção a serem adotados em suas regiões de atuação e calculados segundo critérios estabelecidos na Norma, que teve sua origem na própria lei.

Procedimento para cálculo:

Seguindo as normas editadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), mais especificamente a NBR 12721:2006, o CUB Estadual é o resultado da soma dos custos de materiais, despesas administrativas, mão de obra e equipamentos dividido pela área construída, observados os pesos de cada item constante na norma. Assim, podemos resumir o CUB na seguinte equação (1):

Onde:

  1. Materiais: referem-se aos preços dos itens utilizados nas obras de contrução civil, tais como concreto, ferro, cimento, fechaduras, areia, vidro, entre outros;
  2. mão de obra: são os serviços (ou salários) de pedreiros, serventes, engenheiros, entre outros;
  3. Equipamentos: custo com locação de betenérias e máquinas e equipamentos diversos utilizados na obra.

O CUB/m² é calculado com base nos diferentes projetos-padrão estabelecidos pela NBR 12721:2006. Os projetos levam em consideração os lotes básicos de insumos que são compostos pelos itens da equação acima. Esse processo de cálculo definido na Norma garante uma uniformidade do indicador em nível nacional, além de tornar o processo mais transparente.

As informações acerca do custo dos insumos que compõem a equação do Custo Unitário Básico (CUB) são fornecidas através das pesquisas realizadas mensalmente pelos Sindicatos da Indústria da Construção de todo o Brasil (SindusCon's). A pesquisa deve ser realizada junto às construtoras, mas também pode ser realizada junto ao comércio atacadista ou varejista, desde que reflita o custo do material "posto obra", ou seja, com frete e impostos (1).

O resultado da aplicação da equação supra mencionada é a relação R$/m², e sabendo fazer uso dessa informação é possível ter noção do valor total de uma obra antes mesmo da elaboração do projeto executivo.

Porém, deve-se observar que alguns itens e serviços não são contemplados nos itens da equação, como os projetos de arquitetura e projetos complementares. Dentro deles, temos de ter atenção especial às áreas estrutural, elétrica, instalações hidrossanitárias e submuramentos. Assim, se você quer saber o real custo da obra é preciso saber em qual projeto-padrão a obra se encaixa e inserir os custos dos itens que não se enquadram no CUB.

Dessa observação, chegamos numa 2ª (segunda) equação, qual seja:

Nota Valor Consulting:

(1) Importante mencionar que estão de fora da composição do Custo Unitário Básico (CUB) itens que devem ser avaliados particularmente, de acordo com cada projeto.

Classificação dos projetos:

Você, nosso estimado leitor, pode se perguntar:

Para facilitar a diferenciação das obras, a já citada NBR 12721:2006 define os projetos-padrão, que servem para representar os diferentes tipos de edificações. Dessa forma, os projetos são classificados em:

  1. R1: residência unifamiliar;
  2. R8: residência multifamiliar;
  3. R16: residência multifamiliar;
  4. PP4: prédio popular;
  5. PIS: projeto de interesse social;
  6. RP1Q: residência popular com um quarto;
  7. CAL8: comercial de andares livres;
  8. CSL8: comercial de salas e lojas;
  9. CSL16: comercial de salas e lojas;
  10. GI: galpão industrial.

Além dessa classificação, os projetos-padrão podem ser definidos como de padrão alto (A), padrão normal (N) ou padrão baixo (B) dependendo das características do seu acabamento e projeto arquitetônico. As especificações envolvem o acabamento de portas e janelas, revestimentos, cobertura, pintura, dentre outras. Assim, por exemplo, o projeto padrão R8 (residência multifamiliar) pode ser subdividido e:

  1. R8-A (residência multifamiliar, alto padrão);
  2. R8-N (residência multifamiliar, padrão normal ou médio) e;
  3. R8-B (residência multifamiliar, baixo padrão).

Para saber mais sobre a caracterização de cada projeto basta consultar o item 8.2.1 da NBR 12721:2006, onde também pode ser encontrado outras tabelas para os demais tipos de obras existentes, como: comerciais, industriais e residenciais populares.

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CUB com e sem desoneração:

Interessante observar que o CUB está dividido em "sem desoneração (ou não desonerado)" e "com desoneração (ou desonerado)"... A diferença entre eles se resume, basicamente, em:

  1. CUB sem desoneração: quando os custos do item (insumo) mão de obra não possuem encargos sociais referentes a contribuição patronal de 20% (vinte po cento) de INSS sobre a folha de pagamento;
  2. CUB com desoneração: quando os custos do item (insumo) de mão de obra possuem encargos sociais referentes a contribuição patronal de 20% (vinte po cento) de INSS sobre a folha de pagamento.

Importante mencionar que a aplicação de encargos sociais sobre a mão de obra está em conformidade com a Lei Federal nº 12.844/2013, sendo a adoção do regime de desoneração da folha de pagamento uma decisão da administração da empresa (em caso de obras privadas) ou contrato (em caso de obras públicas).

A desoneração da folha de pagamento tem como objetivo diminuir a carga tributária das organizações e favorecer a economia. Nessa situação, a empresa substitui a contribuição previdenciária patronal de 20% (vinte por cento) sobre os salários por um tributo sobre sua receita bruta, a "Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB).

Tenha em mente que os encargos sociais são aplicados somente sobre a mão de obra, por isso o custo desse tipo de insumo se difere entre serviços desonerados e não desonerados.

Resumo dos indicadores econômicos e financeiros Resumo dos indicadores econômicos e financeiros
Órgão Indicador Nov/21 Dez/21 Jan/22 Fev/22 Mar/22 Abr/22 Mai/22 Jun/22 Jul/22 Ago/22 Set/22 Out/22 Nov/22
Indicadores Econômicos (em porcentagem)
Indicadores Econômicos (em porcentagem)
DIEESE ICV 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
FGV IVAR 0,79 0,66 1,86 2,92 0,81 0,82 0,59 -0,31 1,05 1,76 -0,02 0,10
FGV IPC-M 0,93 0,84 0,42 0,33 0,86 1,53 0,35 0,71 -0,28 -1,18 -0,08 0,50 0,64
FGV IPC-DI 1,08 0,57 0,49 0,28 1,35 1,08 0,50 0,67 -1,19 -0,57 0,02 0,69
FGV IPC-10 0,79 1,08 0,40 0,39 0,47 1,67 0,54 0,72 0,42 -1,56 -0,14 0,17 0,67
FGV IPA-M -0,29 0,95 2,30 2,36 2,07 1,45 0,45 0,30 0,21 -0,71 -1,27 -1,44 -0,94
FGV IPA-DI -1,16 1,54 2,57 1,94 2,80 0,19 0,55 0,44 -0,32 -0,63 -1,68 -1,04
FGV IPA-10 1,31 -0,51 2,27 2,51 1,44 2,81 -0,08 0,47 0,57 -0,65 -1,18 -1,44 -0,98
FGV INCC-M 0,71 0,30 0,64 0,48 0,73 0,87 1,49 2,81 1,16 0,33 0,10 0,04 0,14
FGV INCC-DI 0,67 0,35 0,71 0,38 0,86 0,95 2,28 2,14 0,86 0,09 0,09 0,12
FGV INCC-10 0,95 0,54 0,50 0,61 0,34 1,17 0,74 3,29 1,26 0,74 -0,02 0,01 0,19
FGV IGP-M 0,02 0,87 1,82 1,83 1,74 1,41 0,52 0,59 0,21 -0,70 -0,95 -0,97 -0,56
FGV IGP-DI -0,58 1,25 2,01 1,50 2,37 0,41 0,69 0,62 -0,38 -0,55 -1,22 -0,62
FGV IGP-10 1,19 -0,14 1,79 1,98 1,18 2,48 0,10 0,74 0,60 -0,69 -0,90 -1,04 -0,59
FIPE IPC 0,72 0,57 0,74 0,90 1,28 1,62 0,42 0,28 0,16 0,12 0,12 0,45
IBGE IPP 1,46 -0,08 1,20 0,54 3,12 2,08 1,81 1,01 1,13 -3,04 -1,96
IBGE IPCA-15 1,17 0,78 0,58 0,99 0,95 1,73 0,59 0,69 0,13 -0,73 -0,37 0,16 0,53
IBGE IPCA 0,95 0,73 0,54 1,01 1,62 1,06 0,47 0,67 -0,68 -0,36 -0,29 0,59
IBGE INPC 0,84 0,73 0,67 1,00 1,71 1,04 0,45 0,62 -0,60 -0,31 -0,32 0,47
SindusCon CUB sem des/ção 0,24 0,22 0,35 0,18 0,25 0,71 4,13 2,22 0,73 -0,01 -0,06 0,04
SindusCon CUB com des/ção 0,25 0,23 0,38 0,19 0,27 0,76 3,99 2,17 0,70 -0,02 -0,07 0,04
Indicadores Financeiros (em porcentagem)
Indicadores Financeiros (em porcentagem)
Bacen Poupança 0,4412 0,4902 0,5608 0,5000 0,5976 0,5558 0,6671 0,6491 0,6639 0,7421 0,6814 0,6501
Bacen TBF 0,5927 0,7191 0,7609 0,7272 0,8678 0,8159 0,9776 0,9496 0,9844 1,0929 1,0020 0,9506 0,9519
Bacen TJLP 0,4433 0,4433 0,5067 0,5067 0,5067 0,5683 0,5683 0,5683 0,5842 0,5842 0,5842 0,6000 0,6000
Bacen TR 0,0000 0,0488 0,0605 0,0000 0,0971 0,0555 0,1663 0,1484 0,1631 0,2409 0,1805 0,1494 0,1507
Cetip CDI 0,5868 0,7691 0,7323 0,7550 0,9271 0,8343 1,0346 1,0153 1,0349 1,1694 1,0720 1,0207
RFB Selic 0,59 0,77 0,73 0,76 0,93 0,83 1,03 1,02 1,03 1,17 1,07 1,02
Indicadores diversos (em Reais)
Indicadores diversos (em Reais)
Bacen UPC 23,54 23,54 23,55 23,55 23,55 23,59 23,59 23,59 23,67 23,67 23,67 23,81 23,81
Federal Mínimo 1.100,00 1.100,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00
Federal Teto INSS 6.433,57 6.433,57 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22
Sefaz/SP UFESP 29,09 29,09 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97
Cotação Ptax das principais moedas (Em Reais)
Cotação Ptax das principais moedas (Em Reais)
Moeda (Ptax) Nov/21 Dez/21 Jan/22 Fev/22 Mar/22 Abr/22 Mai/22 Jun/22 Jul/22 Ago/22 Set/22 Out/22 Nov/22
Dólar dos EUA (USD) 0 0 0 0 0 0 4,7283 5,2374 5,1878 5,1784 5,4060 5,2564 5,3070
Euro (EUR) 0 0 0 0 0 0 5,0730 5,4830 5,2910 5,2100 5,2887 5,1949 5,4954
Iene japonês (YPY) 0 0 0 0 0 0 0,03678 0,03860 0,03894 0,03733 0,03735 0,03536 0,03836
Libra esterlina (GBP) 0 0 0 0 0 0 5,9690 6,3708 6,3187 6,0282 6,0180 6,0522 6,3673
Peso argentino (ARS) 0 0 0 0 0 0 0,03935 0,04183 0,03953 0,03733 0,03670 0,03350 0,03179
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Área: Outros Tributos Federais


IRRF: Comissões e corretagens pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas

Analisaremos no presente Roteiro de Procedimentos as regras para retenção do Imposto de Renda incidente sobre as importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas a título de comissões, corretagens ou qualquer outra remuneração pela representação comercial ou pela mediação na realização de negócios civis e comerciais. (...)

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Área: Tributos Retidos na Fonte


Gerente que contratou seguro indevidamente, com prejuízo de R$ 1 milhão, recebe justa causa

Em votação unânime, a 18ª Turma do TRT da 2ª Região (SP) manteve a justa causa de uma gerente do Banco Santander dispensada por ter descumprido regras previstas nos normativos da empresa. Ela gerou um prejuízo milionário à instituição. De acordo com os autos, a empregada contratou seguro de vida no valor de R$ 1 milhão sem analisar o potencial financeiro do cliente e sem fazer consulta de antecedentes criminais. No caso, o segurado respondia a vários pr (...)

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Área: Judiciário (Direito trabalhista)


Afastada penhora de aposentadoria após constatação de risco à sobrevivência do devedor e da família

O juiz Ordenísio Cesar dos Santos, titular da 3ª Vara do Trabalho de Coronel Fabriciano (MG), determinou a exclusão da penhora de valores de aposentadoria de devedor do crédito trabalhista, ao constatar risco à subsistência dele e de sua família. Houve ainda a determinação de liberação de valores bloqueados em conta bancária da outra executada, porque eram relativos à pensão alimentícia paga a seu filho menor. Proventos de aposentadoria Para sal (...)

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Área: Judiciário (Direito trabalhista)


Juntas comerciais têm novas regras para autenticação de livros contábeis e sociais

Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (SEPEC/MEI), por meio do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI), publicou nesta sexta-feira (25/11), no Diário Oficial da União (DOU), a Instrução Normativa (IN) DREI /ME nº 79, que altera disposições da Instrução Normativa DREI nº 82, de 2021 sobre procedimentos para autenticação dos livros contábeis e societários de empresários individuais (...)

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Área: Societário (Sociedades empresariais)


Receita define parâmetros para indicação de pessoas jurídicas sujeitas ao monitoramento dos maiores contribuintes

A Receita Federal publicou a Portaria RFB nº 252, de 22 de novembro de 2022, que estabelece parâmetros para a indicação de pessoa jurídica a ser submetida ao monitoramento dos maiores contribuintes, disciplinado pelas Portarias RFB nº 645/2015 e nº 4.888/2020. A nova portaria atualiza valores dos parâmetros de indicação relativos às pessoas jurídicas diferenciadas, e define as diretrizes gerais que fundamentam o monitoramento diferenciado e especial, (...)

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Área: Tributário Federal (Assuntos gerais sobre tributação)


Acidente com empregado em transporte fornecido pela empresa gera responsabilidade civil objetiva

Um motorista de betoneira, da cidade de Cesarina (GO), garantiu o direito ao recebimento de pensão mensal vitalícia até completar 76 anos de idade. Ele sofreu um acidente de trânsito em veículo fornecido pela transportadora para a qual trabalhava, quando fazia o trajeto entre as filiais de Itumbiara (GO) e Rio Verde (GO). Para a Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO), quando o acidente de trânsito ocorre durante o transporte do tr (...)

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Área: Judiciário (Direito trabalhista)