Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)

Responsável: Banco Central do Brasil (Bacen).

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) foi criado pelo Banco Central do Brasil (Bacen) para mensurar a evolução (ou retração) da economia brasileira, bem como seu ritmo de crescimento, ao longo dos meses e dos anos. Além disso, ele é um dos principais fatores que auxiliam as autoridades monetárias a definirem a Taxa Selic durante as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).

Um resultado acelerado do IBC-Br pode fazer com que as taxas de juros aumentem, enquanto a retração leva aos cortes. Como a Taxa Selic é a taxa básica de juros do Brasil, ela traz impactos diretos para grande parte dos investimentos, afetando os rendimentos obtidos.

Sua periodicidade de divulgação é mensal, sempre 45 (quarenta e cinco) dias após o mês da coleta dos dados de referência sobre a economia. Abaixo relacionamos todos os índices IBC-Br publicados pelo Bacen no período de junho de 1989 a julho de 2022 (índice de agosto de 2022 não digulgado pelo Bacen até a presente data), dividido em 3 colunas, sendo: (i) o índice válido num dado mês de referência; (ii) o acumulado em cada ano e; (iii) o acumulado nos 12 meses anteriores ao IBC-Br do mês de referência. Mais uma vez a Valor Consulting trazendo material de qualidade aos leitores!

Mês/Ano Valor dessazonalizado Variação mês (Em %)
Jul/2022 145,55 1,17
Jun/2022 143,86 0,93
Mai/2022 142,53 -0,27
Abr/2022 142,92 -0,36
Mar/2022 143,43 1,17
Fev/2022 141,77 1,08
Jan/2022 140,26 -0,58
Dez/2021 141,08 0,63
Nov/2021 140,19 0,89
Out/2021 138,95 0,41
Set/2021 138,38 -0,23
Ago/2021 138,70 0,07
Jul/2021 138,60 -0,61
Jun/2021 139,45 0,34
Mai/2021 138,98 0,12
Abr/2021 138,82 1,00
Mar/2021 137,45 -3,63
Fev/2021 142,63 1,89
Jan/2021 139,99 0,53
Dez/2020 139,25 0,53
Nov/2020 138,52 -0,02
Out/2020 138,55 1,73
Set/2020 136,20 1,88
Ago/2020 133,69 1,98
Jul/2020 131,09 2,80
Jun/2020 127,52 5,19
Mai/2020 121,23 2,32
Abr/2020 118,48 -9,72
Mar/2020 131,24 -6,65
Fev/2020 140,59 0,67
Primeira
1
2
3
4
Última

Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br):

É inegável que o Produto Interno Bruto (PIB) é o indicador mais utilizado para mensurar a evolução (ou retração) da economia de um determinado país, bem como seu ritmo de crescimento, ao longo dos meses e dos anos. Porém, para formular suas políticas monetárias, incluindo o controle da inflação e do consumo, o Banco Central do Brasil (Bacen) se utiliza de outro índice como base, qual seja, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br).

O IBC-Br coleta dados de diversos setores da economia, como agropecuária, indústria e serviços. Quando foi criado em 2003, o índice era divulgado de forma separada, de acordo com a região e o Estado, mas foi convertido e passou a ter caráter nacional em 2010.

Ele é divulgado mensalmente (frequência mensal), sempre 45 (quarenta e cinco) dias após o mês da coleta dos dados de referência. Dessa forma, o índice demonstra as tendências do Produto Interno Bruto (PIB), mas os dois indicadores não devem ser confundidos, já que podem apresentar divergências em seus resultados (ver item "Diferença entre IBC-Br e PIB" abaixo).

Por ser uma estimativa formada por diversos outros componentes, e não um dado oficial, o IBC-Br pode ser formulado e atualizado a qualquer momento do ano. Dessa forma, o índice é um dos principais fatores que auxiliam as autoridades monetárias a definirem a Taxa Selic durante as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).

Um resultado acelerado do IBC-Br pode fazer com que as taxas de juros aumentem, enquanto a retração leva aos cortes. Como a Taxa Selic é a taxa básica de juros do Brasil, ela traz impactos diretos para grande parte dos investimentos, afetando os rendimentos obtidos.

Interessante observar que o IBC-Br também interfere no cálculo do Risco-Brasil (ou Risco-País). Esse é um identificador utilizado para determinar qual o nível de estabilidade existente em determinado país. Para tanto, ele considera questões políticas, econômicas e sociais do local analisado.

Como o IBC-Br demonstra como está o crescimento econômico do Brasil, ele serve como uma referência das capacidades de o país honrar suas obrigações financeiras, principalmente em épocas de crise. Tendo em vista que este índice demonstra como está o crescimento econômico do Brasil, ele é um indicador utilizado pelos estrangeiros que pretendem investir no Brasil.

Portanto, quem tem investimentos ou negócios precisa acompanhar esse o IBC-Br para fazer previsões de mercado e tomar decisões mais acertivas. Porém, também é importante continuar acompanhando os demais dados para ter mais segurança ao investir.

Cálculo do IBC-Br

O IBC-Br considera os bens e serviços produzidos pelo país, mas não considera a demanda (que entra no cálculo do PIB). Aqui, são consideradas as produções da agropecuária, da indústria e dos serviços, além de dados obtidos nos seguintes levantamentos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE):

Em épocas sazonais, como o Natal, são feitos dois cálculos. Um deles conta com os efeitos sazonais, enquanto o outro os exclui. Isso ajuda a entender de forma mais realista a situação econômica, além de revelar as tendências com mais exatidão.

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Diferença entre IBC-Br e PIB:

Por se tratar de indicador agregado de atividade, a taxa de crescimento do IBC-Br é frequentemente comparada à do Produto Interno Bruto (PIB). Embora a comparação seja natural, na medida que a estrutura do Sistema de Contas Nacionais (SCN) é utilizada para seleção e uso das proxies empregadas na apuração do IBC-Br (1), há diferenças conceituais, metodológicas e mesmo de frequência de apuração entre os 2 (dois).

Dentro desse contexto, é impossível dizer que o IBC-Br é uma prévia do PIB. No entanto, indica uma tendência de resultado. Para isso, é necessário haver uma divulgação frequente do Índice de Atividade Econômica, conforme é realizado todo mês.

Portanto, a construção do IBC-Br foi motivada pela inexistência de indicador agregado de atividade econômica de frequência mensal que permitisse sintetizar e avaliar, em maior frequência, o estado da economia, em contexto de decisões de política monetária. Publicado cerca de 45 (quarenta e cinco) dias após o mês da coleta dos dados de referência, o IBC-Br tem se mostrado particularmente importante nos primeiros meses de cada trimestre, já que o PIB oficial é divulgado com defasagem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou seja, trimestralmente.

Não obstante a base metodológica do cálculo do IBC-Br ter como referência o SCN, o indicador não dispõe do mesmo painel de informações utilizado na compilação do PIB. Por ser calculado pela ótica da oferta, ou seja, da produção dos 3 (três) setores econômicos (agricultura, indústria e serviços), o IBC-Br não adota procedimentos de balanceamento entre oferta e demanda. Já a estimação do PIB procura compor quadro mais abrangente, equilibrando dados da oferta com os da demanda e, consequentemente, utilizando maior fluxo de informações do que o considerado pelo cálculo do IBC-Br. Do mesmo modo, o nível de desagregação dos indicadores utilizados na compilação e os procedimentos de estimação do produto de cada atividade podem diferenciar os cálculos do IBC-Br dos do PIB (2).

Mesmo considerando essas especificidades, o IBC-Br cumpre o papel de indicar a tendência da atividade econômica. No Gráfico 1, é possível observar as variações interanuais das séries de PIB e IBC-Br. Observam-se divergências, como na crise financeira internacional de 2008/2009 e posterior recuperação de 2010, quando a série do IBC-Br apresentou oscilações de maior amplitude. Entretanto, apesar de divergências pontuais, as trajetórias de médio prazo da atividade econômica são similares nas duas séries. No período de 2004 a 2017, a diferença absoluta média das variações interanuais foi igual a 0,69 p.p. na comparação trimestral e 0,61 p.p. quando consideradas as taxas anuais de crescimento (3) (Gráfico 2).

Variações interanuais de PIB e IBC-Br
Gráfico 1: Variações interanuais de PIB e IBC-Br.

Variações anuais de PIB e IBC-Br
Gráfico 2: Variações interanuais de PIB e IBC-Br.

Quando a análise da atividade econômica é focada na trajetória de curto prazo, costuma-se utilizar a série ajustada sazonalmente (4) , com o intuito de remover da série original efeitos relacionados à época do ano, ao número de dias úteis, etc. Exemplos clássicos são os efeitos do Natal sobre o comércio no final do ano e o impacto do feriado de carnaval sobre a produção industrial. Como os procedimentos estatísticos de ajuste sazonal se adaptam de forma particular a cada série temporal, diferenças relacionadas à quantidade de observações da série ou à especificação dos modelos de dessazonalização podem contribuir para ampliar as divergências entre as variações na margem.

O Gráfico 3, que confronta as variações trimestrais dessazonalizadas do IBC-Br com as do PIB, mostra diferenças consideráveis em alguns trimestres, o que pode gerar interpretações conflitantes sobre o estado atual da economia, ainda que ambos indiquem evolução similar da atividade econômica em prazos mais dilatados, conforme ilustra o Gráfico 4.

Variações trimestrais de PIB e IBC-Br<sup>1/</sup>
Gráfico 3: Variações trimestrais de PIB e IBC-Br1/.

PIB e IBC-Br<sup>1/</sup>
Gráfico 4: PIB e IBC-Br1/.

Utilizando os respectivos métodos de dessazonalização, a diferença absoluta média das variações trimestrais do PIB e do IBC-Br situou-se em 0,35 p.p., no período entre o primeiro trimestre de 2014 e o quarto de 2017 (5), o que equivale a uma diferença anualizada de 1,4 p.p.

No quarto trimestre de 2017, em particular, as trajetórias do PIB e do IBC-Br, com ajustes sazonais, divergiram de modo significativo ao assinalarem variações de 0,1% e 1,3%, respectivamente, em relação ao terceiro trimestre. Essa discrepância foi bem mais modesta quando consideradas as variações interanuais de 2,12% e 2,56%, na mesma ordem. De fato, diferenças de comparações na margem podem se originar, em grande parte das vezes, de condições distintas do processo de dessazonalização, seja nos parâmetros da especificação ou mesmo no tamanho da série utilizada.

Em resumo, o IBC-Br e PIB são indicadores agregados de atividade econômica com trajetórias similares no médio prazo. Há características que os diferenciam tanto do ponto de vista conceitual quanto metodológico: o IBC-Br, de frequência mensal, permite acompanhamento mais tempestivo da evolução da atividade econômica, enquanto o PIB, de frequência trimestral, descreve quadro mais abrangente da economia. Além disso, o processo de dessazonalização pode contribuir para ampliar as diferenças pontuais entre os dois indicadores, ensejando cautela em comparações nos horizontes mais curtos. No entanto, essas diferenças tendem a se compensar ao longo do tempo, favorecendo as comparações em horizontes mais longos, como a anual.

Notas:

(1) O IBC-Br é construído com base em proxies representativas dos índices de volume da produção da agropecuária, da indústria e do setor de serviços, além do índice de volume dos impostos sobre a produção. Essas proxies são agregadas com pesos derivados, em especial, das tabelas de recursos e usos do SCN. Também são utilizadas outras informações de caráter estrutural, como as obtidas na Pesquisa Industrial Anual (PIA), na Pesquisa Anual de Serviços (PAS) e na Produção Agrícola Municipal (PAM).

(2) Por exemplo, os dados referentes aos índices de volume das indústrias extrativa e de transformação possuem desagregação nos meses que antecedem a divulgação do PIB trimestral menor do que a disponível após a divulgação das Contas Nacionais Trimestrais. Há ainda desconhecimento sobre a desagregação de alguns componentes, como intermediação financeira, seguros e previdência complementar.

(3) Este exercício não reproduz exatamente as diferenças observadas no passado para as séries do PIB e do IBC-Br, visto que ambas as séries estão sujeitas a revisões, mas indica a ordem de grandeza.

(4) Os termos ajuste sazonal e dessazonalização utilizados englobam o ajuste sazonal propriamente dito e também ajustes de efeitos de calendário.

(5) Embora o ajuste sazonal tenha sido feito de forma recursiva, para o período entre o primeiro trimestre de 2014 e o quarto de 2017, o exercício não reproduz exatamente as diferenças na margem observadas no passado para a séries do PIB e do IBC-Br, visto que ambas as séries estão sujeitas a revisões.

Fonte: Estudo Especial nº 3/2018 do Banco Central do Brasil (Bacen).

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Resumo dos indicadores econômicos e financeiros
Indicador Órgão Set/21 Out/21 Nov/21 Dez/21 Jan/22 Fev/22 Mar/22 Abr/22 Mai/22 Jun/22 Jul/22 Ago/22 Set/22 Out/22
Indicadores Econômicos (em porcentagem)
IBC-Br Bacen -0,23 0,41 0,89 0,63 -0,58 1,08 1,17 -0,36 -0,27 0,93 1,17
ICV DIEESE 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
IVAR FGV -0,88 -0,07 0,79 0,66 1,86 2,92 0,81 0,82 0,59 -0,31 1,05 1,76
IPC-M FGV 1,19 1,05 0,93 0,84 0,42 0,33 0,86 1,53 0,35 0,71 -0,28 -1,18 -0,08
IPC-DI FGV 1,43 0,77 1,08 0,57 0,49 0,28 1,35 1,08 0,50 0,67 -1,19 -0,57
IPC-10 FGV 0,93 1,26 0,79 1,08 0,40 0,39 0,47 1,67 0,54 0,72 0,42 -1,56 -0,14
IPA-M FGV -1,21 0,53 -0,29 0,95 2,30 2,36 2,07 1,45 0,45 0,30 0,21 -0,71 -1,27
IPA-DI FGV -1,17 1,90 -1,16 1,54 2,57 1,94 2,80 0,19 0,55 0,44 -0,32 -0,63
IPA-10 FGV -0,76 -0,77 1,31 -0,51 2,27 2,51 1,44 2,81 -0,08 0,47 0,57 -0,65 -1,18
INCC-M FGV 0,56 0,80 0,71 0,30 0,64 0,48 0,73 0,87 1,49 2,81 1,16 0,33 0,10
INCC-DI FGV 0,51 0,86 0,67 0,35 0,71 0,38 0,86 0,95 2,28 2,14 0,86 0,09
INCC-10 FGV 0,43 0,53 0,95 0,54 0,50 0,61 0,34 1,17 0,74 3,29 1,26 0,74 -0,02
IGP-M FGV -0,64 0,64 0,02 0,87 1,82 1,83 1,74 1,41 0,52 0,59 0,21 -0,70 -0,95
IGP-DI FGV -0,55 1,60 -0,58 1,25 2,01 1,50 2,37 0,41 0,69 0,62 -0,38 -0,55
IGP-10 FGV -0,37 -0,31 1,19 -0,14 1,79 1,98 1,18 2,48 0,10 0,74 0,60 -0,69 -0,90
IPC FIPE 1,13 1,00 0,72 0,57 0,74 0,90 1,28 1,62 0,42 0,28 0,16 0,12
IPP IBGE 0,25 2,26 1,46 -0,08 1,20 0,54 3,12 2,08 1,81 1,01 1,13 -3,11
IPCA-15 IBGE 1,14 1,20 1,17 0,78 0,58 0,99 0,95 1,73 0,59 0,69 0,13 -0,73 -0,37
IPCA IBGE 1,16 1,25 0,95 0,73 0,54 1,01 1,62 1,06 0,47 0,67 -0,68 -0,36
INPC IBGE 1,20 1,16 0,84 0,73 0,67 1,00 1,71 1,04 0,45 0,62 -0,60 -0,31
Indicadores Financeiros (em porcentagem)
Poupança Bacen 0,3012 0,3575 0,4412 0,4902 0,5608 0,5000 0,5976 0,5558 0,6671 0,6491 0,6639 0,7421 0,6814
TBF Bacen 0,4221 0,5046 0,5927 0,7191 0,7609 0,7272 0,8678 0,8159 0,9776 0,9496 0,9844 1,0929 1,0020
TJLP Bacen 0,4067 0,4433 0,4433 0,4433 0,5067 0,5067 0,5067 0,5683 0,5683 0,5683 0,5842 0,5842 0,5842
TR Bacen 0,0000 0,0000 0,0000 0,0488 0,0605 0,0000 0,0971 0,0555 0,1663 0,1484 0,1631 0,2409 0,1805
CDI Cetip 0,4420 0,4860 0,5868 0,7691 0,7323 0,7550 0,9271 0,8343 1,0346 1,0153 1,0349 1,1694
Selic RFB 0,44 0,49 0,59 0,77 0,73 0,76 0,93 0,83 1,03 1,02 1,03 1,17 1,07
Indicadores diversos (em Reais)
UPC Bacen 23,54 23,54 23,54 23,54 23,55 23,55 23,55 23,59 23,59 23,59 23,67 23,67 23,67
Minimo Federal 1.100,00 1.100,00 1.100,00 1.100,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00
Teto INSS Federal 6.433,57 6.433,57 6.433,57 6.433,57 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22
UFESP Sefaz/SP 29,09 29,09 29,09 29,09 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97
Resumo dos indicadores econômicos e financeiros
Indicador Órgão Jun/22 Jul/22 Ago/22 Set/22 Out/22
Indicadores Econômicos (em porcentagem)
IBC-Br Bacen 0,93 1,17
ICV DIEESE 0,00 0,00 0,00 0,00
IVAR FGV -0,31 1,05 1,76
IPC-M FGV 0,71 -0,28 -1,18 -0,08
IPC-DI FGV 0,67 -1,19 -0,57
IPC-10 FGV 0,72 0,42 -1,56 -0,14
IPA-M FGV 0,30 0,21 -0,71 -1,27
IPA-DI FGV 0,44 -0,32 -0,63
IPA-10 FGV 0,47 0,57 -0,65 -1,18
INCC-M FGV 2,81 1,16 0,33 0,10
INCC-DI FGV 2,14 0,86 0,09
INCC-10 FGV 3,29 1,26 0,74 -0,02
IGP-M FGV 0,59 0,21 -0,70 -0,95
IGP-DI FGV 0,62 -0,38 -0,55
IGP-10 FGV 0,74 0,60 -0,69 -0,90
IPC FIPE 0,28 0,16 0,12
IPP IBGE 1,01 1,13 -3,11
IPCA-15 IBGE 0,69 0,13 -0,73 -0,37
IPCA IBGE 0,67 -0,68 -0,36
INPC IBGE 0,62 -0,60 -0,31
Indicadores Financeiros (em porcentagem)
Poupança Bacen 0,6491 0,6639 0,7421 0,6814
TBF Bacen 0,9496 0,9844 1,0929 1,0020
TJLP Bacen 0,5683 0,5842 0,5842 0,5842
TR Bacen 0,1484 0,1631 0,2409 0,1805
CDI Cetip 1,0153 1,0349 1,1694
Selic RFB 1,02 1,03 1,17 1,07
Indicadores diversos (em Reais)
UPC Bacen 23,59 23,67 23,67 23,67
Minimo Federal 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00 1.212,00
Teto INSS Federal 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22 7.087,22
UFESP Sefaz/SP 31,97 31,97 31,97 31,97 31,97

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Área: Economia e mercado (Economia e mercado)


TRT-RS concede horas extras a corretor de imóveis que cumpria jornada controlada

A 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) julgou procedente o pedido de pagamento de horas extras feito por um corretor de imóveis de Porto Alegre/RS. O colegiado considerou que a atividade desempenhada era predominantemente interna e que havia efetiva supervisão sobre a sua jornada de trabalho, de modo a ensejar o pagamento de horas extras. A decisão unânime do colegiado confirma a sentença proferida pela juíza Carla Sanvicente Vieira, (...)

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Área: Judiciário (Direito trabalhista)


Licença remunerada e licença não remunerada

A licença trabalhista é a permissão que o empregado possui para se ausentar temporariamente do trabalho, ela pode ser uma licença legal (prevista em lei) ou acordada entre empregado e empregador. Seja de uma forma ou outra, a licença trabalhista pode ser remunerada ou não remunerada. Entender as situações nas quais são aplicáveis à licença, remunerada ou não, é de suma importância para os gestores das empresas, pois seu desconhecimento pode acarretar (...)

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Área: Direito do trabalho


Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e): Alteração dos dados do tomador do serviço

Analisaremos nesse artigo as alternativas constantes na legislação que rege o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) para regularizar erros de informação dos dados do tomador do serviço. Para tanto, utilizaremos como base o Ajuste Sinief nº 9/2007 e a Portaria CAT nº 5/2009. (...)

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Área: ICMS São Paulo


Crédito presumido do ICMS: Programa de Ação Cultural (PAC)

Analisaremos no presente Roteiro de Procedimentos o crédito presumido (ou outorgado) do ICMS concedido no âmbito do Programa de Ação Cultural (PAC), através do Convênio ICMS nº 27/2006 e Lei n° 12.268/2006 (DOE 21/02/2006). (...)

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Área: ICMS São Paulo


Ajudante de motorista que pernoitava em baú de caminhão obtém indenização por danos morais

A Justiça do Trabalho condenou uma empresa do ramo de transportes de mercadorias a indenizar em R$ 3 mil um ajudante de motorista que, por não receber diárias em valor suficiente para alojamento adequado, pernoitava no baú do caminhão. A sentença é do juiz Daniel Cordeiro Gazola, titular da Vara do Trabalho Bom Despacho (MG). Houve condenação subsidiária da empresa tomadora dos serviços. O profissional auxiliava o motorista em viagens para o transporte (...)

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Área: Judiciário (Direito trabalhista)


TCU lança cartilha com orientações sobre a arrecadação e a gestão dos tributos municipais

A publicação consolida informações e soluções existentes no setor público nacional para melhoria da gestão tributária municipal Com o lançamento da cartilha 10 Passos para Aprimoramento da Gestão Tributária, o Tribunal de Contas da União (TCU) apresenta ao gestor municipal os itens básicos de uma boa gestão tributária, lançando atenção especial ao sistema arrecadatório municipal, para reduzir a dependência de repasses e melhorar a tributaçã (...)

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Área: Tributário Municipal (ISSQN)


Receita e Polícia Federal combatem lavagem de dinheiro no mercado de criptoativos

A Receita Federal, em ação integrada com a Polícia Federal, deflagrou nesta quinta-feira (22/9) a Operação Colossus com o objetivo de combater organização criminosa dedicada à lavagem de dinheiro que utilizava um intrincado sistema de remessas de recursos ilícitos ao exterior através da compra e venda de criptoativos. Estima-se que, inicialmente, mais de R$ 2 bilhões teriam sido movimentados em operações de câmbio suspeitas. Os recursos ingressaram (...)

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Área: Tributário Federal (Assuntos gerais sobre tributação)


Ministro Alexandre de Moraes rejeita ação contra utilização do IGP-M nos aluguéis

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 869, em que o Partido Social Democrático (PSD) pedia que os contratos de aluguel fossem reajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em vez do Índice Geral de Preços (IGP-M). Segundo o ministro, a jurisprudência do Supremo não admite a ADPF quando há outro meio processual eficaz de sanar o alegado pre (...)

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Área: Economia e mercado (Economia e mercado)


TRT da 2ª Região mantém condenação de R$ 500 mil a emissora de TV por ofensas a jornalista

A 14ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) manteve a sentença de 1º grau que confirmou o vínculo empregatício entre a jornalista Rachel Sheherazade e o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). A profissional, que atuou por quase dez anos como apresentadora do jornal SBT Brasil, receberá, ainda, indenização por danos morais de R$ 500 mil por ter sido ofendida em rede nacional pelo apresentador Silvio Santos, em cerimônia de premiação (...)

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Área: Judiciário (Direito trabalhista)